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De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

29.05.18

"As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. por Maria Aguiar


Tó Zé Rodrigues

 

Maria Aguiar diz o poema "As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e de "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos"), na sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

29.05.18

Poemas de Fernando Pessoa, por José Lança-Coelho


Tó Zé Rodrigues

 

José Lança-Coelho apresenta dois semi-heterónimos de Fernando Pessoa, o Dr. Pancrácio e Joaquim Moura Costa, e diz três poemas, "Epigrama" (1905) do Dr. Pancrácio, e de Joaquim Moura Costa "A rainha Dona Amélia" e "Plagiário". 

 

Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos", sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

 

29.01.18

É o desafio da escrita


Tó Zé Rodrigues

Fernando-Pessoa-04-1.jpg

 

 

É o desafio da escrita

Que inspira quem sonha e sente

A contar história nova

Sendo antiga mas diferente.

 

Será diferente na forma

E também será no tempo

Imaginário e real

Unidos num só momento.

 

O momento da verdade

O instante de paixão

A paixão jamais esquecida

O partir do coração.

 

Será real a alegria?

Ou uma simples ilusão?

Será coisa já sentida?

Vão sabê-lo, atenção!

 

 

[texto da personagem Fernando Pessoa, cena de abertura da peça “ Sou Eu, A Cinderela... “ de Florbela de Oliveira ]

[autoria deste texto: Tó Zé Rodrigues; Janeiro de 2013]



 

30.01.17

A Vida ao contrário


Tó Zé Rodrigues

                  Para Florbela Espanca,

                   reflexão sobre o seu poema "A Vida"

 

É tudo o amor, o ódio, ou a fantasia;

Único o desejo ou o sofrimento...

Encontrar nas estrelas a magia

E a essência de cada elemento.

 

Viajantes de um mundo do além

Onde a eternidade é um momento

Trazidos em naves p'lo pensamento

Consciência viva que o universo tem

 

A maior tristeza morre... desfaz-se...

Uma alegria nova em si renasce

Como a que antes fora já perdida...

 

Amar-te a vida inteira só eu podia...

Nunca se esquece o sonho de um dia.

Que queres, ó meu Amor, se é isto a Vida!

 

Oeiras, 5/10/2014

ajar.\

 

10.11.16

Eu sou do ar


Tó Zé Rodrigues

                                         Para a Paulita

 

Eu sou do ar e

Desfaço-me em água

Que brota da terra

E que lava a mágoa

Dum fogo que queima

E tudo transforma

Fazendo do homem

Etérea forma

Levada p' lo vento

Até às alturas

Do verbo amar

Para por fim cair

No imenso mar.

 

Tó Zé

[ 10-11-2016  03:40 - 04:04 ]

 

 

 

04.04.15

Ò ânsia, não sei de quê...


Tó Zé Rodrigues

20150321_120510.jpg                               

                                Ò ânsia, não sei de quê...

                                Esta angústia vence o sol

                                O que faço não se vê

                                Minha vida é um dó bemol.

                                Com esforço continua

                                Diáriamente a batalha

                                É como uma espada nua

                                Que a minha vida talha.

                                Como nuvens de um passado

                                Sombras sobre a terra crua         

                                Lembranças leva-as o tempo

                                E a vida continua

                                Sendo presente o momento

                                de um ciclo que sempre dura.