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De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

16.06.19

Manifesto Pró-Tó-Político


Tó Zé Rodrigues

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Aos Candidatos a políticos de trazer por casa

Que usam a infâmia e o desconhecimento

A suspeita e a inveja
Para alcançarem o que tanto querem
Enquanto outros sofrem
Eles arrotam cerveja!

 

                   [Comentário a post do Facebook]

 

Ao poder os que não estão lá!
Faça-se isso!
Faça-se já!
E Constâncio quem é?
Um nome citado para enganar o Zé!
Que interessa a Nação
A quem quer roubar
E esconder a mão?
Chegar ao poder
Não dizendo quem é
Ou o que quer fazer!
Campanhas de veneno
Para abater quem quer engolir
Para apanhar quem estiver a dormir...

Isto digo eu que não sou um robô
Que os topo à distância
Como o meu avô...

  Tó Zé

[ tzrajar 201906150527 - FB]

29.05.18

"As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. por Maria Aguiar


Tó Zé Rodrigues

 

Maria Aguiar diz o poema "As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e de "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos"), na sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

29.05.18

Poemas de Fernando Pessoa, por José Lança-Coelho


Tó Zé Rodrigues

 

José Lança-Coelho apresenta dois semi-heterónimos de Fernando Pessoa, o Dr. Pancrácio e Joaquim Moura Costa, e diz três poemas, "Epigrama" (1905) do Dr. Pancrácio, e de Joaquim Moura Costa "A rainha Dona Amélia" e "Plagiário". 

 

Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos", sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

 

29.01.18

É o desafio da escrita


Tó Zé Rodrigues

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É o desafio da escrita

Que inspira quem sonha e sente

A contar história nova

Sendo antiga mas diferente.

 

Será diferente na forma

E também será no tempo

Imaginário e real

Unidos num só momento.

 

O momento da verdade

O instante de paixão

A paixão jamais esquecida

O partir do coração.

 

Será real a alegria?

Ou uma simples ilusão?

Será coisa já sentida?

Vão sabê-lo, atenção!

 

 

[texto da personagem Fernando Pessoa, cena de abertura da peça “ Sou Eu, A Cinderela... “ de Florbela de Oliveira ]

[autoria deste texto: Tó Zé Rodrigues; Janeiro de 2013]



 

30.01.17

A Vida ao contrário


Tó Zé Rodrigues

                  Para Florbela Espanca,

                   reflexão sobre o seu poema "A Vida"

 

É tudo o amor, o ódio, ou a fantasia;

Único o desejo ou o sofrimento...

Encontrar nas estrelas a magia

E a essência de cada elemento.

 

Viajantes de um mundo do além

Onde a eternidade é um momento

Trazidos em naves p'lo pensamento

Consciência viva que o universo tem

 

A maior tristeza morre... desfaz-se...

Uma alegria nova em si renasce

Como a que antes fora já perdida...

 

Amar-te a vida inteira só eu podia...

Nunca se esquece o sonho de um dia.

Que queres, ó meu Amor, se é isto a Vida!

 

Oeiras, 5/10/2014

ajar.\

 

10.11.16

Eu sou do ar


Tó Zé Rodrigues

                                         Para a Paulita

 

Eu sou do ar e

Desfaço-me em água

Que brota da terra

E que lava a mágoa

Dum fogo que queima

E tudo transforma

Fazendo do homem

Etérea forma

Levada p' lo vento

Até às alturas

Do verbo amar

Para por fim cair

No imenso mar.

 

Tó Zé

[ 10-11-2016  03:40 - 04:04 ]