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De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

De Oeiras

Notas de um lisboeta, criado em Caxias, despachadas de Oeiras

16.06.19

Manifesto Pró-Tó-Político


Tó Zé Rodrigues

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Aos Candidatos a políticos de trazer por casa

Que usam a infâmia e o desconhecimento

A suspeita e a inveja
Para alcançarem o que tanto querem
Enquanto outros sofrem
Eles arrotam cerveja!

 

                   [Comentário a post do Facebook]

 

Ao poder os que não estão lá!
Faça-se isso!
Faça-se já!
E Constâncio quem é?
Um nome citado para enganar o Zé!
Que interessa a Nação
A quem quer roubar
E esconder a mão?
Chegar ao poder
Não dizendo quem é
Ou o que quer fazer!
Campanhas de veneno
Para abater quem quer engolir
Para apanhar quem estiver a dormir...

Isto digo eu que não sou um robô
Que os topo à distância
Como o meu avô...

  Tó Zé

[ tzrajar 201906150527 - FB]

17.12.18

O amarelo e outras cores


Tó Zé Rodrigues

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O Amarelo é a cor da alegria

O Vermelho é a cor da revolta

O Verde é a cor da esperança

O Branco da paz que não volta

O Negro é a cor da ausência

O Negro é a cor da tristeza.

 

Há quem diga que a cor não existe

Que é apenas uma frequência

A dor essa sim ela existe

Ela está na nossa essência

Está na essência da vida

Na vida da consciência.

 

Mas é em nome da vida

Que levantam bandeira amarela

Bandeira amarela da alegria

Da alegria da ilusão

Com que se arrasta a ignorância

Feita grito da multidão.

 

27.09.18

Flório José de Oliveira


Tó Zé Rodrigues

 

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Flório José de Oliveira (Évora, 5/10/1912 - Lisboa, 2/1/1993), foi um advogado português, autor de vários livros e artigos, e também um empenhado defensor da soberania de Portugal na questão de Olivença tendo integrado o "Grupo de Amigos de Olivença" onde fez parte da sua "Junta directiva" (1947).

 

Flório José de Oliveira foi pai da actriz Florbela Oliveira .

 

===Estudos e Publicações===

 

1948 - Dom Pedro e Dona Inês (Ensaio de crítica histórica), Estudos Pórtico, MCMXLVIII.

 

1948 - A carta de Pero Vaz de Caminha e o descobrimento do Brasil (Breve estudo), Estudos Pórtico, MCMXLVIII.

 

1948 - Breve Comentário à sempre viva e actual Questão de Olivença, Estudos Pórtico.

 

1949 - André Falcão de Rezende: insigne humanista da gloriosa estirpe dos Rezendes de Évora, in “A cidade de Évora”, A.6, vol.6, N.os 17-18 p.438-442.

 

1951 – Microcosmografia e Descrição do Mundo pequeno que é o Homem, de André Falcão de Resende, edição revista e comentada por Flório José de Oliveira, in “A cidade de Évora”, Ano VIII, N.os 23-24 (1951), p. 209-233.

 

 

===Artigos publicados na Revista Universal ( 1949 a 1951) ===

 

1949 - O Descobrimento do Brasil e a Crítica, Revista Universal  - Ano I - Nº 4, Dezembro 1949.

 

1950 - O Crepúsculo de uma epopeia, Revista Universal  - Ano I - Nº 5, Fevereiro 1950.

 

1950 - Miguel Angelo e a Capela Sixtina, Revista Universal - Ano I - Nº 6, Abril 1950.

 

1950 - A Liberdade de Consciencia na Grã-Bretanha, Revista Universal - Ano I - Nº 7, Maio 1950.

 

1950 -  BENELUX 5 de Junho de 1568 - Os Condes de Egmont e de Horns Mártires da liberdade e independência da Bélgica, Revista Universal - Ano I - Nº 8, 1950. 

 

 1950 - PASTEUR Honra e gloria da Humanidade!, Revista Universal - Ano I - Nº 9, 1950. 

 

 1950 - Abrahão Lincoln, Revista Universal - Ano II - Nº 11, Dezembro 1950.

 

 1951 - Sua Alteza Real a Princesa Isabel, Revista Universal - Ano II - Nº 12, Janeiro 1951.

 

 1951 - Cristina da Suécia "A alma dos sábios e o modelo dos reis", Revista Universal - Ano II - Nº 13, Fevereiro 1951.

 

 

Ex-Libris do Dr Flório José de Oliveira

 

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ars longa vita brevis

 

13.08.18

Musa


Tó Zé Rodrigues

 

 

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Ò musa tão confusa

Tu deixas-me perdido

Alma de semifusa

Fico tão confundido.

 

Tó Zé

[tzr 201808130340]

 

12.08.18

Do rio ao mar até á linha do horizonte...


Tó Zé Rodrigues

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                                       Há mulheres que trazem o mar nos olhos

                                                            Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Há mulheres que trazem o mar nos olhos

Do rio ao mar até á linha do horizonte...

Da brisa na praia ao vento no alto do monte...

Do grão de areia á pedra com que se faz um jardim ou se constrói uma ponte...

 

Há mulheres que trazem o mar nos olhos...

 

Que eu não vejo, que eu não escuto, que estão eu não sei onde...

 

Que estão mais além.

 

(tzr 20180806)

11.08.18

A lágrima e o sorriso


Tó Zé Rodrigues

 

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A lágrima e o sorriso

Contêm toda a magia

Da água que eu preciso

E da luz que eu já não via.

 

Dispara forte o coração

Como há muito não sentia

Fico imerso na emoção

Vendo a tua fotografia

 

Mas a canção do caminho

Com sol e dores bemóis

Tem o calor do teu carinho

O amor dos teus lençóis

 

[tzr 20090928 e 20180811]

29.05.18

"As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. por Maria Aguiar


Tó Zé Rodrigues

 

Maria Aguiar diz o poema "As Alunas das Doroteias" de Natália Correira. Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e de "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos"), na sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

29.05.18

Poemas de Fernando Pessoa, por José Lança-Coelho


Tó Zé Rodrigues

 

José Lança-Coelho apresenta dois semi-heterónimos de Fernando Pessoa, o Dr. Pancrácio e Joaquim Moura Costa, e diz três poemas, "Epigrama" (1905) do Dr. Pancrácio, e de Joaquim Moura Costa "A rainha Dona Amélia" e "Plagiário". 

 

Em Paço de Arcos, no Salão da Primavera (organização de "Associação A Voz de Paço de Arcos" e "Paço de Artes Associação dos Artistas Plásticos de Paço de Arcos", sessão de poesia e contos promovida pelo "Clube de Poetas de Paço de Arcos", no dia 26-05-2018.

 

Tó Zé

 

29.01.18

É o desafio da escrita


Tó Zé Rodrigues

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É o desafio da escrita

Que inspira quem sonha e sente

A contar história nova

Sendo antiga mas diferente.

 

Será diferente na forma

E também será no tempo

Imaginário e real

Unidos num só momento.

 

O momento da verdade

O instante de paixão

A paixão jamais esquecida

O partir do coração.

 

Será real a alegria?

Ou uma simples ilusão?

Será coisa já sentida?

Vão sabê-lo, atenção!

 

 

[texto da personagem Fernando Pessoa, cena de abertura da peça “ Sou Eu, A Cinderela... “ de Florbela de Oliveira ]

[autoria deste texto: Tó Zé Rodrigues; Janeiro de 2013]